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Objetivo · Diplomacia

O francês para a diplomacia

A língua de trabalho das grandes organizações internacionais.

O francês é uma das línguas oficiais e de trabalho da ONU, da União Europeia, da União Africana e do COI. Para um diplomata, um alto funcionário internacional ou um profissional das relações internacionais, dominá-lo significa aceder às negociações, aos textos e às redes que realmente importam — sem intermediários.

Porquê o francês

  • Língua oficial da ONU, da UE, da União Africana, do COI e da Francofonia.
  • Exigido ou muito valorizado em numerosos cargos internacionais (Genebra, Bruxelas, Adis Abeba, Nova Iorque).
  • Acesso direto aos textos, às negociações e às trocas informais.
  • Um registo protocolar preciso: nuance, cortesia, contenção.
  • Credibilidade e rede de contactos: falar francês abre os círculos francófonos.

Como o acompanhamos

  1. 01

    Domínio do registo formal e protocolar (correspondência oficial, notas, discursos).

  2. 02

    Oratória: intervenções, negociação, gestão de desacordos com tato.

  3. 03

    Compreensão de documentos institucionais e da atualidade internacional.

  4. 04

    Vocabulário especializado: geopolítica, direito internacional, cooperação, desenvolvimento.

  5. 05

    Correção personalizada dos seus textos e treino da oralidade formal.

Para quem

Para diplomatas, funcionários internacionais, colaboradores de embaixadas, ONG e organizações multilaterais que precisam de trabalhar em francês ao mais alto nível.

Exames recomendados

Pronto para avançar?

Uma primeira aula é suficiente para definir o seu objetivo e o seu plano.

Perguntas frequentes

Porque é que o francês é importante na diplomacia?

É uma das duas línguas de trabalho da ONU e uma língua oficial da UE, da União Africana e do COI. Muitos cargos internacionais exigem-no ou valorizam-no fortemente.

Trabalham o registo protocolar?

Sim. Focamos precisamente o francês formal e diplomático: correspondência oficial, notas, discursos e a nuance esperada em trocas sensíveis.

Posso partir de um nível intermédio?

Sim. Partimos do seu nível e construímos um percurso rumo à fluência formal esperada num contexto diplomático.

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